quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Portugal e o Mar


O Presidente da Republica, Cavaco Silva, defendeu há dias a necessidade de Portugal apostar e desenvolver uma politica virada para os assuntos do mar. Penso que defendeu e bem esta ideia porque o país precisa, o país pode e o país deve.

São inúmeras as boas oportunidades que uma estratégia virada para os assuntos do mar pode proporcionar a Portugal. E não é só o aproveitamento do sol e das praias, do turismo e da imagem de um país de belezas naturais atlânticas. É também a indústria pesqueira, com a riqueza e variedade de espécies piscícolas que se conhecem e que pode ainda transformar-se num cartão de visita para o exterior, a imagem da nossa história de país de navegadores e que deu novos mundos ao mundo (um grande legado histórico) para além do aproveitamento energético potencial (futuro) com a energia das ondas.

Mas é também uma política de portos consentânea com uma estratégia comercial marítima que importa desenvolver e projectar. Aproveitando uma posição geoestratégica que pode ser determinante para a afirmação de Portugal no mundo.

Lisboa viveu muitos anos de costas voltadas para o Tejo. Que o país não viva de costas voltadas para o mar.

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