sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Portugal Turístico - Costa Vicentinna


Dizem-nos os turistas estrangeiros que gostam do nosso país.

Gostam do sol, das praias, da gastronomia e da simpatia hospitaleira. Do calor latino, e, em especial, da boa cerveja, do golfe e da segurança.

Foi este um ano de sucesso turístico em Portugal (Lisboa e em especial no ALLgarve). Com um nível de ocupação hoteleira acima dos 96%. Apesar do pesadelo que nos invadiu com o caso Maddie. Caso infeliz que em qualquer país poderia ocorrer. Não por ser Portugal.

Somos um país de pérolas. Todas estas que acima referi. E o país tem espaço, tem ar, sol, àgua e vento para oferecer. Aos que estão e aos que chegam. Aos que depois partem e aos que ficam. E até ao ALLgarve, temos Tróia, Soltroia e a Comporta. Pérolas do Oceano. É visitar para ver. Praias únicas de areia branca e fina beijadas por um mar magnífico. Observadas ao longe pela Arrábida. Disponíveis com um prato de lentilhas, mexilhões, de sargos, robalos, chernes e garoupas. Até de barrosâ ou de porco preto.

Uma costa vicentina quase virgem. Impoluta. Solarenga e brilhante.

Um país de brandos costumes. Mas de brandas ousadias. Falta o crer. Servir uma procura turística com elevada qualidade em serviços de lazer especiais (clínicas médicas, descanso, recuperação, de SPA´s) com nobreza e requinte. Um mercado de futuro e para o futuro.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Meco


Venho do Meco, vivo no Meco, vivo o Meco.

Onde o som das palavras é bebido pelo oxigénio no ar e pela seiva das árvores. Onde os pensamentos são ouvidos através do canto dos pássaros.

Onde a madrugada é ímpar e onde a vista descansa no manto verde beijado pelo mar.

Que sítio este que nos absorve. Que país este que gerou este quadro, real, onde é possivel viver.

Que o país não destrua o que alguém superior criou.

Este é o nosso país, Portugal.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Um país a fogo


A ONG ambiental "Greenpeace" classificou como criminoso o que se está a passar na Grécia. Como dizia ontem uma jornalista grega, metade do país está a arder. Diz o Greenpeace que a falta de uma política florestal sustentada, referindo-se à ausência de um planeamento florestal adequado, o desconhecimento da propriedade florestal e do que pode ou não ser classificado como floresta, levando à falta de limpeza e tratamento desta, são alguns dos factores que têm provocado esta calamidade. Diz ainda que parte da culpa é dos construtores que são suspeitos de provocar parte dos fogos por razões de cariz económico, já conhecidos. Verdadeiramente sinistro.

Tudo isto nos lembra um pouco o nosso passado recente e as calamidades por que passámos. Atente-se à importância de uma política clarificadora e bem planeada que incida sobre um dos bens mais preciosos de um país - a sua floresta. Sobre a natureza e ambiente não pode haver ambiguidades, pois todos pagamos a factura, actual e futuramente. Porque será que isto acontece nos dois (até há bem pouco tempo) mais pobres e menos desenvolvidos países da UE a 15?


Neste campo, feliz o ano de 2007 e parabéns pelas medidas tomadas, que pelos vistos, algum resultado produziram.

Protejamos a floresta e amemos o mar.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Portugal de Veraneio


E é assim que vemos hoje Portugal, à beira mar, com a sua gente à beira mar a olhar o mar. Agora, qual povo tristonho, antes eufórico, festejando com larga ilusão, vivendo e contando de braços largos com orçamentos de similar ilusão, de fortuna e fantasia.



Agora com humildade, essa mesma gente, que olha o mar, faz contas e relembra o passado ainda próximo de festança e abastança. Gente tristonha, comedida, pensando no que correu mal afinal.


É ainda assim este Portugal de veraneio, onde ainda alguns sonham com dinheiro. E festanças de abastanças.

Recolhem-se as velas, partem agora à aventura porque o que é bom pouco dura.


Agora pés no chão e sentido na razão. Porque olhar Portugal e viver Portugal significa pensar Portugal.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Uma política de MAR e SOL com segurança


Relembrem os nossos sítios e locais magníficos para férias junto ao mar. Excelentes praias, estâncias balneares, resorts turísticos, passeios de campo, hoteis, empreendimentos e residências para férias. Piscinas, água, muita àgua, muita gente, mar, sol, areia, golfe, jardins.

À noite, divertimento, restaurantes, bares e discotecas ou casinos.

Depois é necessário investir em condições sociais para que toda esta gente se encontre em segurança. Agentes da autoridade para precaver acidentes, bem formados e preparados. Hospitais ou centros de saúde nas proximidades. O que fazer quando tanta gente junta nestes locais necessita de apoio médico? De simples apoios de enfermagem? O serviço oferecido e disponível será o adequado, dado o potencial excesso de procura? Haverá politicas de prevenção?

Também neste campo se pode medir a qualidade da oferta turística nacional. Portugal merece, os portugueses e os nossos turístas também.


segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Saudações através de "maresias"

Nasceu hoje o "maresias". Parabéns pois a mais um novo espaço e criação da blogosfera.

Aqui irei navegar contra ventos e marés através, muitas vezes, da maresia que nos envolve.

Em breve darei notícias.